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06 dezembro 2016

Reduz as necessidades?


Os dias de reparação de uma avaria colocaram-me nas mãos um modelo de telemóvel duas gerações atrás do atual. Esta marca tem a facilidade de conseguirmos replicar a configuração de um aparelho e assim o substituto ficou quase igual ao original.

Dentro do quase que não era igual, estava o tamanho até para melhor, mais tamanho de telemóvel. A seguir, a velocidade, incrivelmente mais lenta. Quando o anterior seguia os meus toques a toque de caixa sem protestar, para este não valia a pena dar muitos toques seguidos, era um de cada vez e vamos com calma.

Ora bem, esta limitação tem algo de didático. Será que eu precisava mesmo de dar os outros toques seguidos e andar para trás e para a frente, tantas vezes sem acertar à primeira com o que realmente queria fazer? No caso do substituto diminuído, eu era obrigado a pensar mesmo no que queria fazer e a tentar ir direto ao objetivo, já que o andar para trás e para a frente era penoso.

Aos poucos ou aos muitos, perdemos a noção da limitação das capacidades neste campo dos bits e dos bytes, que agora até já só se medem dos giga para cima. Desdobramos e replicamos informação, sem conta nem medida. A facilidade de clique e desclique, para a frente e para trás, vista ao longe, sem som nem legendas, faz-nos parecer baratas tontas. Por um lado é ótimo não sentir limitações, por outro lado não o gerir é mau. Quando precisarmos, provavelmente não saberemos.

“Reduz as necessidades, se queres passar bem”. Jorge Palma

18 setembro 2016

Casa comum e falta de vergonha


Uma casa comum necessita de um mínimo de regras comunitárias. Esta Europa, de costas tão largas quando se trata de apontar razões e desculpas para as inépcias e incompetências das governações nacionais, não tem assim tantas regras quanto à forma como os Estados gerem as suas contas. Para os que estão no Euro, apenas lhes dizem: não gastem muito mais do que o que recebem, concretamente 3%. Como se forma a receita e como se distribuem as despesas são opções relativamente livres de cada um.

As receitas dos Estados vêm fundamentalmente de impostos e se não há liberdade total, pouco menos. Por várias razões a harmonização fiscal não será para amanhã. Por exemplo, a taxa base do imposto sobre os rendimentos das empresas é, salvo erro, de 10% na Irlanda, 21% em Portugal e 33,33% em França, já sem considerar as infinitas situações particulares e exceções. Faz sentido? Se a Irlanda se governa com os 10% e se isto é conhecido e transparente, melhor para ela. No entanto, há nas instituições europeias quem questione esta discrepância.

Coisa diferente é um país negociar individual e secretamente com uma empresa condições fiscais especialíssimas. Foi o que fez o Sr Juncker no Luxemburgo, ao que se sabe chegando a acordar taxas da ordem de 1%, para entidades sem atividade real no país. Foi agora notícia o caso da “correção fiscal” à Apple, na Irlanda, onde pagava uma taxa “muito amiga” de 0,005%. De realçar que não está em causa apenas a atividade da Apple na Irlanda. Os lucros supostamente gerados pela Apple em Portugal, por exemplo, também para lá são aspirados. Em contas simplificadas, uma empresa que declare mil euros de resultados em Portugal pagará tanto de imposto quanto a Apple na Irlanda por cada 4,2 milhões de lucro. É ridículo e injusto.

Para lá do enquadramento legal, há aqui um fator moral brutal. A Apple e as outras empresas que tais, supostamente socialmente responsáveis, com toda a lista de princípios politicamente corretos transcritos nas suas paredes reais e virtuais, consideram que não devem contribuir para as infraestruturas, sistema de saúde, justiça e educação dos seus clientes? Tenham vergonha.

06 março 2015

O carro


Numa daquelas avaliações sempre subjectivas, o automóvel é um sério candidato ao título de produto industrial socialmente mais marcante do século XX. No XXI, para já, os louros vão para o smartphone.

Reportando-me aos anos 80, a década em que comecei a trabalhar (e a poder pedir na bomba de gasolina, com autoridade: “Cheio!”), “ter carro” era um equivalente e condição de autonomia. Aparentemente nos tempos actuais o “ter carro” já não é tão significativo. A nova geração “viaja e socializa” muito sem sair do quarto. É um fenómeno que está a ser estudado pelos grandes fabricantes, tentando tornar os seus produtos mais apelativos e mais “necessários” às novas gerações.

Neste contexto as “brincadeiras” dos veículos autónomos da Google (aparentemente só pensou na funcionalidade) e da Apple (aparentemente a pensar mais no design) podem constituir uma ameaça enorme para os fabricantes tradicionais. Da mesma forma como a Nokia “morreu” com a chegada dos smartphones, pode acontecer algo idêntico por aqui?

São contextos muito diferentes, mas quando a Mercedes afirma não ter medo dessa nova concorrência, poderá estar a dizê-lo com convicção, mas revela analisar o assunto.

Agora… coisa prática… pode ser super cómodo andar numa espécie de Google car a tweetar e a likar, com a máquina a avisar-nos das lojas e serviços que nos podem interessar ali ao dobrar de cada esquina; pode ser super cool ter uma espécie de i car, mas não acredito que nenhum deles dê o prazer de conduzir do meu Uno 45s fire. Tinha apenas 45 cavalos e não avisava de mais nada senão de que o depósito estava na reserva, mas era um grande gozo conduzi-lo… ! Outros tempos, outros valores e outros prazeres.

06 novembro 2014

Tinha que meter Deus?

Tim Cook, o CEO da Apple, veio corajosamente assumir em público a sua homossexualidade. Como estamos nos EUA onde há o mau hábito de invocar o divino por tudo e por nada, resolveu acrescentar isso ser um dom, dos maiores que Deus lhe tinha dado. Ora, eu acho este complemento muito infeliz. E sem sequer entrar pelo caminho de que se Deus tivesse dado um dom idêntico ao seu pai, provavelmente ele não teria nascido... mas isto é terreno que não quero pisar agora.


Ele fala como CEO de uma enorme empresa, das maiores no mundo, e certamente para chegar onde chegou terá muitos e variados méritos e dons, seguramente muito mais relevantes do que a “simples” orientação sexual. Depois, imaginemos que uma celebridade diz: “Agradeço a Deus ser heterossexual, foi um grande favor que ele me fez!”. Levantaria imediatamente um coro de protestos indignados, com meio mundo chocado e a exigir logo o escalpe moral e ético do individuo. O que Tim Cook disse foi mais ou menos isso …  

29 setembro 2014

Riqueza para distribuir, deve ser criada

Na mesma altura em que se anunciam recordes de encomendas para o novo iPhone recém-lançado, uma ONG de Hong Kong lança mais uma polémica sobre a fábrica chinesa da Foxconn que produz equipamentos para Apple. Fala-se em 13 casos de leucemia, provavelmente ligados às condições de trabalho, embora sem haver clara confirmação da relação causa-efeito. Não tenho naturalmente nada contra a China e o seu desenvolvimento, mas as questões recorrentes quanto às condições de trabalho reais demonstram ser um ambiente economicamente imbatível.

Nesta Europa deprimida e em crise crónica, quem governa não encontra mais remédio do que ir acrescentando buracos ao cinto que nos aperta e quem está na oposição, em geral, declara ser contra a austeridade e “pelo crescimento”. Nomeadamente a oposição de esquerda faz fóruns e plataformas para reunir pessoas contra “esta política”. É preciso ir contra os antigos “porcos capitalistas”, que agora ganharam uma nova alcunha de “mercados”, para manter o estado social, a solidariedade e todas essas coisas inquestionavelmente importantes.

No entanto, quantos dos participantes nesses fóruns e plataformas não terão uma poupançazita num fundo qualquer, que em boa parte são quem alimenta os malditos “mercados”? Mesmo sem terem corrido a encomendar o novo iPhone, quantos não convocarão essas reuniões de protesto e reflexão a partir de um equipamento fabricado numa Foxconn qualquer, com operários descartáveis e a trabalhar muito mais horas dos que as permitidas cá? Quantos estariam dispostos a pagar algo mais por um equipamento produzido na Europa, permitindo reduzir o desemprego e criar a tal riqueza que tão afincadamente querem distribuir?

Antes dos discursos inflamados e dos apelos à defesa das “políticas sociais”, seriam interessante entender porque esta está a falir, ir à raiz do problema… e ser coerente.

20 agosto 2014

Apple e/em China

Num curto espaço de tempo vi passarem à minha frente duas noticias relevantes sobre a Apple e a China.

- A China excluiu Ipad’s e Macbooks da lista de produtos que as entidades públicas do país podem comprar, por questões de segurança. Foi divulgado a 6/8, salvo erro.

- Cerca de uma semana depois, a 15/8, sabe-se que a Apple começou a utilizar servidores instalados na China para guardar a informação de utilizadores locais. Realçam que tomam muito a sério a segurança e a privacidade dos seus utilizadores

Fico a pensar se será mera coincidência …


Imagem googleada sem referencia original

02 outubro 2013

O meu iCoiso

Conforme já disse aí atrás, agora tenho um ICoiso. Depois da actualização, quando olho para ele, parece-me um campo de alfaces. Tenho aplicações, uma boa parte delas do capítulo informativo, mas que me solicitam os óculos mais do que eu gostaria e nem sempre os tenho á mão. A Siri é uma querida. Chamo e ela responde prontamente, questionando o que pode fazer por mim. Falo-lhe em francês porque ela não entendia bem o meu sotaque inglês. Agora ela entende perfeitamente o que eu digo mas nem sempre a acção subsequente faz sentido… pois…

E depois, cada vez que carrego, actualizo ou inicio algo, vem a pergunta fatal: se quero partilhar. Eu sei que se diz e se ensina que é importante saber partilhar e, portanto, será feio eu não querer “partilhar”. Só que, o partilhar que eu entendia é algo de concreto e objectivo. Aqui não sei muito bem o que eles querem dizer com isso: partilhar exactamente o quê e com quem?! Aliás parece-me que a palavra mais adequada não será bem “partilhar” mas sim “cuscar”. Donde que a questão é antes: quer ser “cuscado”? E eu respondo naturalmente: Não!!

22 setembro 2013

E vão três !

Num curto espaço de tempo ocorreram dois factos relevantes, pelo menos para mim. A Microsoft comprou a divisão de telemóveis da Nokia por “tuta e meia”, relativamente à valorização passada desta, e eu, relutantemente, tive o meu primeiro iCoiso.

Sobre o descalabro da grande referência da modelar Finlândia, uma das únicas marcas europeias de tecnologia de grande consumo, pode dizer-se que sofreu de fartura mal digerida. Quando para muitos, esta era a “sua” marca inquestionável de telemóvel, eles não viram chegar os “dual-sim” que atiraram muitos dos seus fiéis para os braços da Samsung, mesmo a contragosto. A investida da Apple, abrindo o mercado para cima, também lhes passou ao lado. Possivelmente os seus últimos gestores “nasceram” ricos e que não tiveram iniciativa nem visão suficientes para enfrentar com sucesso o desafio de existir – um problema muito frequente.

Quanto à Apple, confesso que até tenho alguma simpatia pelo seu histórico de teimosia e coragem, e que após quase desaparecer, acabou por proporcionar um sucesso estrondoso. No entanto, este novo iCoiso faz-me torcer um pouco o nariz – parece querer mandar em mim mais do que eu gostaria Porque não recebe um cartão normal, porquê o cabo é específico e não USB standard? Felizmente não precisei de apresentar numero de cartão de crédito para o activar como já vi no passado, mas o estar fechado sobre um “ecosistema” próprio, por muito excelente que esta seja, enfim… e, talvez um dia descubra que o fechado “facetime” é superior ao aberto “skype”. Para já, ainda não descobri. Ainda por cima, poucos dias depois de o ter já tinha actualizações de sistema e de aplicações “obrigatórias” a fazerem-me nervoso miudinho.

Da Microsoft tenho uma herança de anti-corpos. Tiveram um enorme sentido de oportunidade, aproveitaram bem, mas nunca foram uma empresa de inovação nem de despertar o mínimo entusiasmo. Limitaram-se a espremer os seus clientes cativos sem grandes contemplações. Lembram-se que quando faziam novas versões de aplicações, cujo principal efeito parecia ser obrigar a comprar uma máquina nova…?

Hoje a Micrsoft, em queda, desdobra-se em esforços, nem sempre conseguidos, de fazer coisas bem-feitas. Será que vou passar a ter mais simpatia por eles, do que pela Apple? Será que tenho uma propensão doentia para ficar do lado dos mais fracos? Não, acho que não, é apenas uma questão de lidar mal com arrogância e muitas vezes é necessário passar pela mó de baixo para mudar de atitude. Infelizmente, demasiadas vezes, é esse o caso…

10 setembro 2011

Steve Jobs

Steve Jobs deixou as suas funções executivas na Apple no mês passado, no que será mais do que provavelmente o fim da sua vida profissional, pelo menos, e os comentadores de fim de jogo lá vão dando os seus palpites, comentários e conclusões. Alguns até ousam compará-lo de alguma forma a outra figura de referência contemporânea do mesmo meio: Bill Gates, com a Microsoft suposta inventora do Windows. Aqui, vamos com calma, por favor: Bill Gates também ficou milionário e influenciou a nossa relação com a informática mas não inventou nada: aproveitou bem as oportunidades que teve, e é um mérito, mas não inventou nada e tudo que fez/copiou raramente funcionava bem à primeira. A ideia do Windows (rato mais interface gráfico) nasceu na Xerox e foi pela primeira vez aplicado comercialmente nos Macintosh … da Apple. Quem, como eu, tentou trabalhar, e digo tentar porque não se passava da tentativa, com os primeiros Windows 2.x da Microsoft enquanto uns Macintosh’s ao lado funcionavam perfeitamente, só pode ficar com os cabelos em pé ao ver atribuir a paternidade do Windows à Microsoft … e curiosamente quem está a mudar esse paradigma e a tirar o rato da ligação do operador com a máquina … é a Apple.

O insucesso dos anos 80 e o sucesso dos anos 2000 da Apple/Steve Jobs têm o mesmo fundamento. A preocupação pelo design, elegância, bom gosto, eficácia e prazer de utilização. Só que nos anos 80 poucas empresas ou pessoas tinham o design dos equipamentos informáticos como critério prioritário. O importante era o preço e o desempenho; cor, forma ou tamanho do caixote era irrelevante. Se o Ipod e o Itunes marcaram, foi o Iphone que realmente fez descolar a Apple, oferecendo aos consumidores um brinquedo interessante e bonito que era comprado com a desculpa de ser um telefone. E isso foi tão bem feito e tão bem compreendido que se seguiu o sucesso espectacular do Ipad. Quando foi lançado alguns viam apenas um Iphone grande que nem fazia chamadas… mas no fundo é um brinquedo que o pessoal compra sem precisar da desculpa de ser também um telefone…

09 janeiro 2011

Grande


Ainda há pouco tempo se filosofava sobre o futuro, a tecnologia, as tendências e a forma final que teriam os livros electrónicos. Sabia-se que estavam ali à esquina, com um potencial enorme, mas não se sabia quando nem como a explosão se daria. Os equipamentos existentes desse género eram “aquela coisa” que se agarrava, vira e revirava com o nariz torcido e alguma desconfiança dizendo: - É isto !?
O espaço entre o PC portátil e o telemóvel continuava virgem de sucesso apesar de várias tentativas de incursão de gente com pergaminhos. Foi então que a Apple, que tem algum jeito para acertar naquilo que as pessoas gostam e querem, atirou cá para fora o IPad. Tecnologicamente não era nenhuma revolução; os críticos até diziam que não passava de um IPhone grande que não fazia chamadas. Pois é. Só que é uma coisa em que se pega e que fica agarrada às mãos. Hoje já não há media que se preze que não apresente a sua versão electrónica para IPad e ele é considerado a mais séria ameaça ao longo reinado do livro em papel.
Steve Jobs foi considerado o homem do ano pelo Finantial Times e nem sei por quê. Limitou-se a produzir um IPhone grande e caro que não faz chamadas. Outros e a Micrsoft estão a tentar recuperar, partindo com várias voltas de atraso, sem entenderem como estiveram 10 anos sem conseguir acertar. Não gosto da Microsoft. Com um bocadinho de exagero, diria que tiveram uma grande sorte com um pecado original da IBM e que nunca inventaram nada de especial e muito menos de genial. Estou a escrever num PC novo com poucas semanas. Têm o Windows 7, estou a usar pela primeira vez o Office 2007 e a primeira sensação “isto é deprimente!”. Se nunca o entenderem continuarão sempre com várias voltas de atraso.
(e, a propósito, se alguén souber porque o Word 2007 não faz copy - paste directo para o editor do Blogger, eu agradeço a informação ...)
Foto do Site da Apple

10 março 2006

Planeta Forbes

É sempre interessante, quase apaixonante, dar uma vista de olhos à lista ordenada dos mais ricos do mundo publicada pela Forbes. Folhear os nomes e a pequena/grande história por trás de cada nome, mais curta/mais longa, mais feia/mais elegante.

A deste ano acabou de sair e traz mais gente. Passamos de 691 para 793 milionários. Veremos se com a desvalorização do dólar a tendência não será para subir ainda mais… Dos 452 nomes, 57%, são “self-made men”, ou seja, foram eles que criaram a sua fortuna. Admirável! A riqueza destes 793 indivíduos, somada, é ligeiramente superior ao PIB da Alemanha, sétima economia mundial.

À cabeça, e pela décima segunda vez consecutiva (!), está Bill Gates. Ironicamente, apesar de assentar a sua fortuna numa empresa tecnológica, nunca inventou realmente nada de importante. Aproveitou e muitíssimo bem o erro de avaliação estratégico da IBM que não foi capaz de prever o sucesso dos PC’s (se tivesse previsto, o sucesso não teria ocorrido mas isso é outra história…).

De realçar a quantidade de “jovens” russos, a maior parte na casa dos 40, que jogaram muito bem nas privatizações de Ieltsin receitadas pelo FMI. Enquanto Roman Abramovich, mais conhecido cá por ser patrão do Chelsea, lá está num brilhante 11º lugar, o seu colega Mikhail Kodorkovski, que era o homem mais rico da Rússia, desapareceu. Está a cumprir 8 anos de prisão na Sibéria por fraude fiscal. A diferença, mais subtil, é que Kodorkovski mostrou veleidades de intervir politicamente: “easy comes, easy goes!”

Da grande e pujante China, nem um para amostra. Chineses de Tawain, Hong Kong, Singapura e outros países, há. De África, nem um nome. Estranho! Creio existirem por lá uns nomes que deverão ter escapado ao radar.

Num “modesto” 746º lugar, salta à vista a inglesa Joanne Rowling de 40 anos. “Só” escreveu 8 livros que venderam 310 milhões de exemplares. Os livros tinham no título “Harry Potter”.

Ainda uma menção para a subida de Steve Jobs para o 140º lugar. Foi dado como arrumado depois da quase ruína da Apple. Criador nato e teimoso regressou e hoje Ipod, Itunes e Pixar são nomes que dispensam apresentações.

E há mais, muito mais, em http://www.forbes.com/billionaires/