
Há algo de irónico no recente assalto à grande assembleia do jogo da roda de Gaia. Apetece dizer: “É bem feito!”. Mas será?
Eu tenho um grande espanto em como há tanta gente que acredita haver tanta gente que acredita. Entrego um monte de dinheiro vivo nesse circuito, acreditando que hei-de arranjar dois delfins que também acreditam, que farão igual contribuição e por aí fora, sendo apenas uma questão de tempo até eu chegar ao topo da “roda,” que não pára. Ao fim e ao cabo até parece bastante mais claro e transparente do que a D. Branca ou o Madoff, todos eles sustentados pelo princípio de que a roda não pára.
Não, decididamente a minha forma de ver o mundo, de criar ou ganhar algo não passa por sacar uma dúzia de patos e convencê-los do que só precisam de arranjar os seus patos respectivos e está tudo bem. O mundo é dos espertos e nunca se hão-de esgotar os patos!
Não, decididamente não!
Eu tenho um grande espanto em como há tanta gente que acredita haver tanta gente que acredita. Entrego um monte de dinheiro vivo nesse circuito, acreditando que hei-de arranjar dois delfins que também acreditam, que farão igual contribuição e por aí fora, sendo apenas uma questão de tempo até eu chegar ao topo da “roda,” que não pára. Ao fim e ao cabo até parece bastante mais claro e transparente do que a D. Branca ou o Madoff, todos eles sustentados pelo princípio de que a roda não pára.
Não, decididamente a minha forma de ver o mundo, de criar ou ganhar algo não passa por sacar uma dúzia de patos e convencê-los do que só precisam de arranjar os seus patos respectivos e está tudo bem. O mundo é dos espertos e nunca se hão-de esgotar os patos!
Não, decididamente não!
(E até gostava de conhecer a lista dos participantes na referida reunião...)