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01 janeiro 2022

Novo ano


Porque é que marcamos um novo ano, cada ano? Face à linearidade do tempo, necessitamos de marcar ciclos, fazer balanços e projetar objetivos? Talvez.

Um momento de nos miramos num espelho, imperfeito, e avançarmos em direção à luz? Mesmo com passos são frágeis e o terreno não muito claro.

Entre refletir, considerar e valorizar, avançar.

É só mais um ano, mas sendo apenas um, é suficientemente grande. Deixando os balanços, venham os objetivos.

Bom Ano 2022

31 dezembro 2020

O Sol também nasce


Mesmo em tempos de noites longas, o Sol acaba por nascer. Mesmo no final de um ano que tantos espíritos escureceu, o Sol também nasce.

Mesmo depois de uma passagem de ano com festejos anulados, condicionados ou proibidos, o Ano Novo nascerá.

Em cada dia, em cada Ano, haverá cores vitais a cintilar, aquecendo ânimos e repondo energias.

Para todos aqueles para quem o 2020 foi duro, o Sol também nasce.

2020 era um número bonito. “Objetivos 20-20”; “Agendas 20-20” foram durante muito tempo chavões sonantes de estratégias e de ideias mais ou menos esclarecidas, mais ou menos consequentes, antecipando um ano especial. Ironicamente 20-20 acabou por ser um ano mesmo muito especial que rompeu previsões, desorganizou objetivos e baralhou todas agendas.

Mas o Sol também nasce. Cada qual no seu canto, escondido ou exposto, sobrevivente de uma travessia inesperada, procurará um local onde respirar a luz que virá, inspirara-la a fundo, perscrutar horizontes, arriscar caminhos e… acreditar que o Sol sempre nasce. Força nisso! 

13 maio 2015

13 maio 2014

Glosa Crua, 9 – Tempo, 0


O Glosa Crua faz hoje 9 anos. Eu já disse e redisse que não gosto de celebrar efemérides, mas esta tento não deixar passar, nem que seja de forma minimalista com a imagem das garrafas de champanhe acumuladas. Poderia fazer algum tipo de análise ou estatística dos 1127 posts, quantos ainda penso serem actuais, quantos foram também publicados como carta ao Director(a) do Público, coisa mais ou menos regular desde 2003, quantos são simples fotos legendadas, quantos são narrativas ficcionadas, mas não vou fazer nada disso. Limito-me a referir que é com gosto e prazer que por aqui andei e me apraz constatar que continuarei.

E, não resistindo a alguma visão retrospectiva, chamo o texto escolhido para abrir o Glosa Crua, inicialmente publicado no Público em Novembro 2003. Já vai longe o problema da relva dos estádios do Euro 2004, mas a outra questão, a da educação feminina em Africa, não mudou e estes dias até se tornou especialmente visível: “Todas as crianças”.

03 janeiro 2013

Ora bem

Lá completamos mais uma voltinha no ciclo do Sol e para não entrar nessa coisa dos balanços, que já há muito quem o faça, falo de duas coisas. 

Que é feito das montanhas de postais de Natal em papel, mais ou menos bonitos, mais ou menos modernos, mas assinados à mão e que se alinhavam ao alto em cima do armário ao lado ou nas nossas costas? Aqueles bonequinhos que agora vêm agarrados em emails são mais práticos, mais baratos, se calhar mais ecológicos, mas enfim, não têm graça nenhuma! 

E a definição de Bom Ano para 2013 não é que seja melhor que 2012, por muito ou pouco mau que este possa ter sido. É que não seja pior…

27 maio 2011

Glosa Crua, 6 e um p... - Tempo, 0



Pois é. Eu bem digo que não sou muito dado a efemérides. E tanto assim é que nem me lembrei da data do sexto aniversário do Glosa Crua, no passado dia 13 de Maio... Mas pronto, cá fica o registo, um p... à frente.

PS: E até ganhei um bom exemplo para me desculpar quando um dia me esquecer de efemérides que envolvam terceiros.