Na medida em que o seu julgamento não chegou ao fim, o Sr.
Pinto de Sousa não pode ser considerado formalmente culpado, mas está a fazer
tudo para que o processo não se conclua a tempo e, disso, tem certamente culpa.
É impressionante como há gente, com tempo de antena, com
coragem e descaramento para afirmar que este rodízio de advogados não é da responsabilidade
do réu. A culpa é de o processo ser desproporcionalmente grande e o senhor não
tem culpa dos seus advogados entrarem em desacordo com a juíza (!?) ou ficarem
doentes.
Como é evidente, com tantos meios e custos envolvidos na sua
defesa, com tanta litigância em tantos foros, o senhor não depende certamente
de um único causídico, à mercê de uma qualquer corrente de ar. Sócrates só não
apresenta oficialmente em tribunal um advogado conhecedor do processo porque
não quer. Porque não quer que o processo se conclua a tempo de evitar as
prescrições e quem nos tenta convencer do contrário não é honesto…

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