O Trovante foi um projeto fantástico na música portuguesa.
Quantas das suas canções ficaram na memória de tantos, “Perdidamente”…
Se a criação artística esteve muito do lado do genial João
Gil, juntando-se-lhes Manuel Faria e João Monge, este para os textos, o
resultado não seria o mesmo sem as brilhantes interpretações vocais de Luís
Represas, que agora nos deixou.
Tenho a discografia completa e dos concertos a que assisti,
recordo especialmente a apresentação do “84” e do “Sepes”. Recentemente tive a
oportunidade de assistir ao reencontro dos 50 anos, mas ao ouvir o desempenho
vocal atual de Represas, desisti e decidi ficar com a memória da beleza e força
de outros tempos.
Mais do que a memória dessas interpretações, ficam os
registos e cito por exemplo, só como exemplo, “Memórias de um Beijo”.
Obrigado Trovante, Obrigado Luís Represas.

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