Gostaria de saber o seguinte. Se a ministra da Saúde ou o primeiro-ministro tiverem, por exemplo, uma forte mal-estar abdominal, com fortes cólicas e acharem que necessitam de atenção médica, ligam para a linha SNS 24, ficando eventualmente uma hora à espera? Depois, apresentam-se na urgência referenciada, suplicando a todos anjinhos para serem contemplados com uma pulseira da cor mais quente possível e aguardam umas boas horas até finalmente verem um médico à sua frente?
Sendo consensual que todos os cidadãos têm os mesmos
direitos, viva a igualdade, que neste nosso regime não há prerrogativas de casta, todos, e mesmo todos, os cidadãos deveriam seguir o mesmo processo, independentemente
de serem ministros ou amigos dos mesmos, não?
Talvez que se isso ocorresse, se os responsáveis máximos
fossem obrigados a provar o remédio que receitam, maior seria a motivação para
mudar o estado das coisas. A diferença entre o refresco e a pimenta…!
Sem comentários:
Enviar um comentário